Lembro que fui pego de surpresa ao receber uma visita inesperada. Eu estava como sempre estive, assistindo a minha vida passar e mudando o que eu achava necessário mudar. Às vezes sorrindo, ora em silêncio, mas sempre atento ao que me rodeava e ao que insistia em me tocar os tímpanos tal como uma nota de alguma melodia.
Lembro que a alegria – quando deveras era demonstrada – contagiava a todos que comigo estavam e sempre fazia com que um ou outro sorriso se estampasse no rosto de alguém. Posso dizer que isso era tida como uma rotina, mas me esqueci que a rotina é uma coisa que foi criada pra ser quebrada. E isso nem sempre é legal.
Lembro que minha visita insistia em dizer somente a verdade e aquilo me causava um certo desespero e me tirava a paz. Tomei as rédeas da situação e bati de frente com tudo aquilo que se encontrava na minha frente armada até os dentes. E com munição de sobra ainda. E o que fazer? E o que sentir?
NADA. Ouvir, apenas. Me lembrei também que em certos momentos eu prefiro as mentiras multifacetadas, valem mais à pena, pelo simples fato de me deixar imune de tudo aquilo que eu NÃO queria saber e muito menos ouvir. Daí eu tento aceitar que assim vai ser melhor pra mim, mas não dá para acreditar. Tomando um tapa na cara a cada contradição minha eu já me via grogue e mesmo assim insistia na versão da história que a qual eu próprio era o diretor.
Resistir. Sei que há sempre aquele determinado momento na vida em que muita gente resolve botar pra fora alguma coisa que está guardada dentro de si e que nunca foi exposto à nada e à ninguém, nem que seja pela primeira vez na vida isso um dia acontece, cada um tem sua hora e seu tempo e quando fui 0 alvo desse arsenal de verdades, aquilo parecia não ser real, justamente por eu não querer acreditar no que ouvia. Mas aquela cena na minha sala de visita eu era um mero espectador somente, nada podia fazer além de ouvir e aceitar.
Acho que falo demais. Acho que falo mais do que sinto. E foi assim que consegui o passaporte para me tele-transportar pra dentro do meu peito pra perguntar quanto tempo aquela hóspede ficaria aqui. Quanto tempo? O tempo necessário pra eu aprender que determinadas coisas na vida devem ser aceitas sem um porquê, e que não importa o quão forte seja a dor daquilo que te acontece e que te chega aos ouvidos, que nem nossas lembranças mais fortes, nem os momentos mais felizes e muito menos as marcas de toda uma vida são capazes de mudar o que já aconteceu e não volta mais.
“ A lembrança do silêncio
Daquelas tardes, daquelas tardes”
PORRA!
Memórias custam a apagar. Daria tudo pra ser como antes. Ando pensando assim, em círculos, com respostas dentro de perguntas. Mas nenhuma pergunta é grande o suficiente para comportar a resposta que eu procuro.
“As coisas aconteciam com alguma explicação
Era assim que as coisas aconteciam
Era assim que eu via tudo acontecer.”
sábado, 10 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Chek in
Cada pessoa age de uma forma diferente à medida que o tempo vai passando. Isso é a ordem natural das coisas. E isso também nem sempre é muito legal. Tem gente que muda do dia pra noite, assim como tem gente que demora um determinado tempo pra que a mesma – de alguma forma – sofra alguma mutação (no sentido menos heróico da palavra).
Certa vez me perguntei qual era a fórmula ou alguma possível explicação – se é que ela exista ou possa existir um dia – como as pessoas são capazes de mudar a tal ponto de causar a inconstância e uma certa desaceitação na vida de outrem. Outra vez me peguei em um momento de puro saudosismo, como sempre procurando perguntas dentro de respostas. Em vão, pois quanto mais chegava nesse ponto era uma queda, e me via num estado de espírito inquieto, com a qual eu não sentia a mínima falta. Não se pode dizer que tem um coração batendo no peito e sair andando por aí sem dar explicação quando se perguntado à respeito, como se nada tivesse acontecendo. Mas muita gente não sabe que é impossível responder a uma pergunta em que o questionado não sabe sequer o que há dentro de si.
Tenho evitado a desistência, na maioria das vezes. Os momentos em que eu chego enfim onde penso ser mais uma encruzilhada da minha vida são os mais angustiantes possíveis. E isso também não é muito legal.
Às vezes penso que minha vida é contada no check in, isso pra não dizer no caminho até o avião, e além disso isso pode ser a previsão de como será o próximo vôo. Turbulências? Virão sim, e elas são constantes pra mim. Tem saudade que vai junto com o avião, tem paixão que não solta do chão da nossa casa, tem ansiedade que fica na parede do nosso quarto. Mas mesmo assim meu vôo continua seguindo em frente, e o tempo não pára pra que eu possa descansar.
Eu preciso de muitas coisas. Mas tem mais coisas ainda de que eu não preciso.
É. Me sentirei mais seguro dentro de um avião mesmo. Um avião sem piloto.
Certa vez me perguntei qual era a fórmula ou alguma possível explicação – se é que ela exista ou possa existir um dia – como as pessoas são capazes de mudar a tal ponto de causar a inconstância e uma certa desaceitação na vida de outrem. Outra vez me peguei em um momento de puro saudosismo, como sempre procurando perguntas dentro de respostas. Em vão, pois quanto mais chegava nesse ponto era uma queda, e me via num estado de espírito inquieto, com a qual eu não sentia a mínima falta. Não se pode dizer que tem um coração batendo no peito e sair andando por aí sem dar explicação quando se perguntado à respeito, como se nada tivesse acontecendo. Mas muita gente não sabe que é impossível responder a uma pergunta em que o questionado não sabe sequer o que há dentro de si.
Tenho evitado a desistência, na maioria das vezes. Os momentos em que eu chego enfim onde penso ser mais uma encruzilhada da minha vida são os mais angustiantes possíveis. E isso também não é muito legal.
Às vezes penso que minha vida é contada no check in, isso pra não dizer no caminho até o avião, e além disso isso pode ser a previsão de como será o próximo vôo. Turbulências? Virão sim, e elas são constantes pra mim. Tem saudade que vai junto com o avião, tem paixão que não solta do chão da nossa casa, tem ansiedade que fica na parede do nosso quarto. Mas mesmo assim meu vôo continua seguindo em frente, e o tempo não pára pra que eu possa descansar.
Eu preciso de muitas coisas. Mas tem mais coisas ainda de que eu não preciso.
É. Me sentirei mais seguro dentro de um avião mesmo. Um avião sem piloto.
sábado, 26 de junho de 2010
Então deixa que o tempo (8)
Muita gente deve estar tendo os mesmos pensamentos que eu nesse momento. É como se isso fosse um ensaio e todo mundo combinasse de imaginar a mesma coisa ao mesmo tempo. Pode parecer estranho, mas em muitas ocasiões isso acontece sem que nós mesmos saibamos que outrem está pensando a mesma coisa que a gente. Bom, o que venho dizer aqui hoje nada mais é do que mais um mero eufemismo criado por eu mesmo.
Alguém aí, por obséquio, poderia me dizer quem são as pessoas – ou A pessoa – que te ame e goste de você de verdade? Pois bem, mais uma vez dentro da resposta dessa pergunta haveria outra pergunta que a qual não cabe a mim tentar entender. Mas não deixa de ser uma boa questão. O que mais se vê por aí é gente com medo de se expressar e dizer o que sente de verdade, seja lá por qual motivo for, e isso é errado e cruel. Assim uma coisa que deveria ser dita a alguém fica escondida e cada vez mais esse medo vai aumentando. E nisso o tempo vai passando… e passando. Penso que há um momento pra que a gente saiba quem é que goste da gente de verdade, e esse momento não é nada agradável. Na hora que você deixa de ser matéria e passa a ser somente espírito.
Esse é o único momento em que você pode realmente conhecer as pessoas que conviviam contigo, ver o que se passa com elas e até mesmo descobrir o que elas sentem. Mas, do que adianta descobrir essas coisas sendo que você não pode fazer mais absolutamente nada? O certo seria decifrar essas inconstâncias enquanto a pessoa estivesse presente e em vida, porque aí sim ela teria o que fazer e se sentiria infinitamente realizada descobrindo que alguém, pelo menos em silêncio, a amava.
É como se você estivesse em uma viagem e pegasse no sono durante todo o caminho, daí no fim do percurso você perceberia que perdeu o melhor da viagem. As paisagens, os lugares e tudo mais que se pode notar em uma viagem seria em vão, porque você dormiu e não viu nada. Daí depois, alguém chegaria até você e te contaria tudo e por um breve momento a tristeza te tomaria justamente por não ter presenciado e desfrutado daquele momento.
É mais ou menos por aí. Você só saberia de certas coisas no depois, e não no agora, sendo que agora é sempre o momento de dizer o que tem pra dizer. E deixa que o tempo se encarrega de mandar o medo pra bem longe.
Um pouco mais de desespero, por favor.
Alguém aí, por obséquio, poderia me dizer quem são as pessoas – ou A pessoa – que te ame e goste de você de verdade? Pois bem, mais uma vez dentro da resposta dessa pergunta haveria outra pergunta que a qual não cabe a mim tentar entender. Mas não deixa de ser uma boa questão. O que mais se vê por aí é gente com medo de se expressar e dizer o que sente de verdade, seja lá por qual motivo for, e isso é errado e cruel. Assim uma coisa que deveria ser dita a alguém fica escondida e cada vez mais esse medo vai aumentando. E nisso o tempo vai passando… e passando. Penso que há um momento pra que a gente saiba quem é que goste da gente de verdade, e esse momento não é nada agradável. Na hora que você deixa de ser matéria e passa a ser somente espírito.
Esse é o único momento em que você pode realmente conhecer as pessoas que conviviam contigo, ver o que se passa com elas e até mesmo descobrir o que elas sentem. Mas, do que adianta descobrir essas coisas sendo que você não pode fazer mais absolutamente nada? O certo seria decifrar essas inconstâncias enquanto a pessoa estivesse presente e em vida, porque aí sim ela teria o que fazer e se sentiria infinitamente realizada descobrindo que alguém, pelo menos em silêncio, a amava.
É como se você estivesse em uma viagem e pegasse no sono durante todo o caminho, daí no fim do percurso você perceberia que perdeu o melhor da viagem. As paisagens, os lugares e tudo mais que se pode notar em uma viagem seria em vão, porque você dormiu e não viu nada. Daí depois, alguém chegaria até você e te contaria tudo e por um breve momento a tristeza te tomaria justamente por não ter presenciado e desfrutado daquele momento.
É mais ou menos por aí. Você só saberia de certas coisas no depois, e não no agora, sendo que agora é sempre o momento de dizer o que tem pra dizer. E deixa que o tempo se encarrega de mandar o medo pra bem longe.
Um pouco mais de desespero, por favor.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Saudades :'(
Eu já me machuquei de tanto sentir saudade.
Foi de repente, e quando me vi já estava com aquilo impregnado dentro do meu peito como velcro. Não coube a mim escolher se sentiria aquilo ou não, foi algo automático e injusto. Sim, na maioria das vezes a saudade é injusta. Me peguei em um momento de muita ansiedade – como sempre acontece comigo e isso não é novidade nenhuma aqui – e não sabia ao certo o que fazer exatamente. E agora?
Inconstância. Nada é capaz de barrar esse sentimento acompanhado de uma dose considerável de ansiedade. Talvez essa seja a principal fórmula da loucura, ou até mesmo da eminente situação que me vejo nos intervalos de tempo em que paro pra pensar. Inquietação. A gente não sabe, mas há certos caminhos e estradas da nossa vida em que sequer há uma certa percepção emocional e notória. Algumas coisas – pessoas, lugares, histórias – simplesmente sumiram da minha vida e é até engraçado pensar que elas não fazem falta alguma. É assim que acontece, e a gente só se dá conta disso quando pára pra dar lugar ao bom e velho saudosismo, nem que seja por alguns poucos minutos.
Só sente saudade quem um dia já amou ou sentiu algo realmente verdadeiro. Saudade é você passar por um caminho e reciprocamente esse caminho também passar por você e deixar marcas, e motivos de sobra para futuras lembranças benéficas. É você se prender à determinados momentos e pessoas da vida simplesmente por eles terem sido simples de mais naquele milésimo de segundo. E isso vale a pena. E muito. A vida é isso mesmo, o tempo vai passando e a saudade apenas vai mudando de endereço…
Para que a saudade valha a pena, é preciso ser amado. E amar. E amar-se.
Oi, saudade. Fazia tempo que não tê sentia. Mas agora já pode ir embora e parar de me atrapalhar a vida.
Foi de repente, e quando me vi já estava com aquilo impregnado dentro do meu peito como velcro. Não coube a mim escolher se sentiria aquilo ou não, foi algo automático e injusto. Sim, na maioria das vezes a saudade é injusta. Me peguei em um momento de muita ansiedade – como sempre acontece comigo e isso não é novidade nenhuma aqui – e não sabia ao certo o que fazer exatamente. E agora?
Inconstância. Nada é capaz de barrar esse sentimento acompanhado de uma dose considerável de ansiedade. Talvez essa seja a principal fórmula da loucura, ou até mesmo da eminente situação que me vejo nos intervalos de tempo em que paro pra pensar. Inquietação. A gente não sabe, mas há certos caminhos e estradas da nossa vida em que sequer há uma certa percepção emocional e notória. Algumas coisas – pessoas, lugares, histórias – simplesmente sumiram da minha vida e é até engraçado pensar que elas não fazem falta alguma. É assim que acontece, e a gente só se dá conta disso quando pára pra dar lugar ao bom e velho saudosismo, nem que seja por alguns poucos minutos.
Só sente saudade quem um dia já amou ou sentiu algo realmente verdadeiro. Saudade é você passar por um caminho e reciprocamente esse caminho também passar por você e deixar marcas, e motivos de sobra para futuras lembranças benéficas. É você se prender à determinados momentos e pessoas da vida simplesmente por eles terem sido simples de mais naquele milésimo de segundo. E isso vale a pena. E muito. A vida é isso mesmo, o tempo vai passando e a saudade apenas vai mudando de endereço…
Para que a saudade valha a pena, é preciso ser amado. E amar. E amar-se.
Oi, saudade. Fazia tempo que não tê sentia. Mas agora já pode ir embora e parar de me atrapalhar a vida.
sábado, 22 de maio de 2010
Ao acordar
E ao acordar, em alguns segundos a imagem retorcida do seu rosto se formou nos meus pensamentos. Talvez fosse humanamente impossível reconhecer algo ou alguém naquela imagem, mas pra mim não havia dúvidas, era você. Não poderia ser outra pessoa, não haveria lugar para outro ser em meus pensamentos. Por diversas vezes me pus a esfregar minhas mãos no rosto com o intuito de, não apagar, mas esconder aquela imagem,em vão. Mais algumas tentativas, nada. Desisti. A intenção era repassar o sonho da noite passada, lembrar os detalhes minuciosos, mas eu não podia brigar com minha própria mente, seria inútil. Continuei lá,sentado na cama,quase que imóvel,com seu rosto tatuado em minha mente. Eu não queria sair,mas também não queria ficar. Na verdade,eu mal sabia o que queria. Não,eu sabia exatamente o que eu queria. Queria olhar pro lado e encontrar você,deitada. Queria poder observar seu sono,tentar descobrir seus sonhos,decifrar seus gestos. Eu queria você,simples assim. De repente,sem meu consentimento,uma lágrima se formou nas pálpebras do meu olho,o esquerdo primeiro,logo depois o direito. Alguns segundos depois elas escorreram. Haviam ganhado mais força depois de libertas. E,agora,estavam no canto da minha boca. Um rápido suspiro foi o suficiente para que elas penetrassem por entre meus lábios e se misturassem nas células da minha língua,me fazendo sentir o gosto amargo delas,um gosto doloroso,gosto de saudade. Mais duas lágrimas,agora mais fortes que nunca,com mais velocidade. Mas essas não faziam paradas,iam direto pro fim do rosto,escorriam pelo queixo e gotejavam no resto do meu corpo. Uma delas foi mais desgarrada,mais abusada,foi direto no peito,bem sobre o coração. Foi então que a imagem do seu rosto se perdeu na minha memória e,como um filme,as cenas daquele sonho vieram me confortar. Lá estávamos nós,juntos,unidos em um só corpo.
E,mesmo que eu ainda não pudesse te ver,mesmo que a sua imagem ainda estivesse retorcida e distante demais,eu sei que era você. Então,o coração se acalmou,as lágrimas se foram e o sono voltou. Eu me deitei novamente,abracei o cobertor e fechei os olhos .. dormi. Não por cansaço,e sim para te encontrar novamente nos meus sonhos. Pois somente lá eu posso sentir você. Por enquanto ..
E,mesmo que eu ainda não pudesse te ver,mesmo que a sua imagem ainda estivesse retorcida e distante demais,eu sei que era você. Então,o coração se acalmou,as lágrimas se foram e o sono voltou. Eu me deitei novamente,abracei o cobertor e fechei os olhos .. dormi. Não por cansaço,e sim para te encontrar novamente nos meus sonhos. Pois somente lá eu posso sentir você. Por enquanto ..
quinta-feira, 6 de maio de 2010
A Mudança
Eu tive que mudar.
É estranho a maneira com que isso acontece. É como se você não estivesse totalmente completo ou satisfeito com tuas próprias ações e decisões e por motivo de força maior você fosse obrigado a mudar isso, de uma forma ou de outra. Existem inúmeras ocasiões que são as principais causadoras da nossa ‘ mudança’, e fazem com que essa mudança se torne algo a ser conquistado.
Receita? Fórmula? Dica? Não. Não há nada que nos auxilia quando temos que mudar e também não está em nenhum tipo de cartilha como fazer isso ou aquilo. Muita gente se pergunta se vale a pena mudar ou não, mas mal sabe elas que a mudança é tão necessária quanto levantar da cama ao acordar todos os dias de manhã. Enfim, mude! Mesmo que doa. Mesmo que pra isso você tenha que passar dos seus limites. Mesmo que as pessoas não acreditem o suficiente em ti pra você se sentir capaz.
A vida é feita de mudanças, de transformações, e cabe a cada um mudar da forma que achar necessário. Muitas pessoas pensam haver uma fase pra que isso aconteça, mas, por mais que elas pensem, não existe um momento pra isso. Sempre é hora de mudar!
Eu pedi pra alguém mudar minha vida. Mas nunca ouvi alguém responder. E o tempo não para pra gente descansar. Eu tive que mudar sozinho.
E mudei.
É estranho a maneira com que isso acontece. É como se você não estivesse totalmente completo ou satisfeito com tuas próprias ações e decisões e por motivo de força maior você fosse obrigado a mudar isso, de uma forma ou de outra. Existem inúmeras ocasiões que são as principais causadoras da nossa ‘ mudança’, e fazem com que essa mudança se torne algo a ser conquistado.
Receita? Fórmula? Dica? Não. Não há nada que nos auxilia quando temos que mudar e também não está em nenhum tipo de cartilha como fazer isso ou aquilo. Muita gente se pergunta se vale a pena mudar ou não, mas mal sabe elas que a mudança é tão necessária quanto levantar da cama ao acordar todos os dias de manhã. Enfim, mude! Mesmo que doa. Mesmo que pra isso você tenha que passar dos seus limites. Mesmo que as pessoas não acreditem o suficiente em ti pra você se sentir capaz.
A vida é feita de mudanças, de transformações, e cabe a cada um mudar da forma que achar necessário. Muitas pessoas pensam haver uma fase pra que isso aconteça, mas, por mais que elas pensem, não existe um momento pra isso. Sempre é hora de mudar!
Eu pedi pra alguém mudar minha vida. Mas nunca ouvi alguém responder. E o tempo não para pra gente descansar. Eu tive que mudar sozinho.
E mudei.
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